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Análises

A Conservação Estratégica apoia conservacionistas locais na utilização de ferramentas da economia que os permitam encontrar soluções inteligentes e eficientes para os problemas ambientais mais urgentes. Desde a sua criação, a CSF conduziu dezenas de estudos sobre ambientes florestais, fluviais e costeiros. A maior parte dos nossos projetos é focada nos Trópicos, pois estes apresentam níveis extraordinários de biodiversidade. Para maximizar a influência e a qualidade dos nossos estudos, nós envolvemos profissionais de renome e organizações conservacionistas em todos os projetos.

Modelo para Investimentos Mínimos na Conservação

A gestão financeira das unidades de conservação no Brasil exige informação de qualidade sobre as necessidades de investimento para garantir a proteção das funções essencias dos ecossistemas. Em parceiria com o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a GiZ (cooperação Alemã), o Fundo de Conservação Estratégia realizou uma revisão geral do modelo de cálculo do Investimentos Mínimos para Conservação (IMC).

Neste processo o CSF adaptou e integrou ao IMC os modelos de previsão de custos no longo prazo para unidades de conservação já desenvolvidos pela nossa equipe, também revisamos e corrigimos os padrões de custos atualmente utilizados pelo IMC. Estruturamos o modelo para possibilitar a distribuição dos custos de investimento e operação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação em um período de 10 anos, elemento chave para investimentos em bens com longa vida útil. Por fim incluimos no modelo do IMC a funcionalidade de avaliar e quantificar financeiramente cenários de expansão do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

Estes avanços permitem uma avaliação precisa das necessidades de investimento em conservação de espaços públicos e facilitam uma visão de longo prazo. O projeto é fruto mais uma parceria entre o Fundo de Conservação Estratégica, GIZ e orgãos públicos para a conservação do meio ambiente.