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Modelagem de uma nova rede de associações da castanha-do-brasil no Amazonas: oficina com parceiros

CSF nut cooperativeParticipantes e organizadores da oficina de modelagem da RECABAAM.

No ano passado, a Conservação Estratégica (CSF) participou de encontros promovendo arranjos interinstitucionais para o fortalecimento dos negócios e Cadeias de Valor (CdV) da sociobiodiversidade na região Amazônica brasileira. Como resultado, a CSF vem desenvolvendo o estudo de viabilidade de implementação da Rede de Cooperativas e Associações de Beneficiamento Agroextrativista do Amazonas (RECABAAM). Esta rede tem como foco o fortalecimento da CdV da castanha-do-brasil neste estado.

Em conjunto com a Fundação Vitória Amazônia (FVA), Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Operação Amazônia Nativa (OPAN) e o Serviço Florestal Americano (USFS), realizamos uma oficina de modelagem da rede. Esta ocorreu nos dias 24 e 25 de abril de 2017 em Manicoré, no sul do Amazonas.

CSF nut cooperativeParticipantes em trabalho de grupo.

Estiveram presentes 19 pessoas, entre elas representantes da Associação dos Agropecuários de Beruri (ASSOAB), Associação dos Produtores e Beneficiadores de Castanha do Município de Amaturá (APROCAM), Cooperativa dos Beneficiadores de Produtos Agroextrativistas de Amaturá (COOPEBAM), Cooperativa Mista Agroextrativista Sardinha (COOPMAS), Cooperativa Mista Agroextrativista do Rio Unini (COOMARU), Cooperativa Verde de Manicoré (COVEMA), Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (IDAM), Secretaria de Estado de Produção Rural do Amazonas (SEPROR), e do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Amazonas (OCB/AM).

CSF nut cooperativeParticipantes em trabalho de grupo.

O objetivo desta oficina foi de identificar as expectativas e acordos sobre o modelo de negócio da RECABAAM para subsidiar o seu planejamento e o estudo de viabilidade. Para isso, foram levantados: a identidade da rede, estrutura e ações prioritárias; os possíveis benefícios socioeconômicos e riscos do negócio para as organizações extrativistas participantes; e as fontes de recursos disponíveis para implementação e manutenção da iniciativa no médio e longo prazo.

Os próximos passos do projeto são a elaboração da análise de viabilidade da rede e a apresentação dos nossos resultados para cooperativas e instituições parceiras em uma futura oficina.

Este estudo está sendo desenvolvido em parceria com a FVA, OPAN e IEB e é apoiado pelo ICMBio, Fundação Nacional do Índio (FUNAI), USFS e Agência de Desenvolvimento Americano (USAID), no âmbito do projeto Parceria para Conservação da Biodiversidade na Amazônia: Cadeias de Valor Sustentáveis.

Para saber mais sobre nosso estudo de viabilidade, clique aqui.

Crédito de fotografia: Fernanda Alvarenga.